❝ My Angel — Capítulo 2

❝ Come What May


Pela primeira vez, eu realmente me sentia intacta.
O fantasma do buraco em meu peito havia desaparecido, e em seu lugar tudo o que eu sentia era felicidade.
Encrencados?
Sim, e como estávamos.
Mas o mais importante era que Edward e eu estávamos juntos.
Nós poderíamos enfrentar qualquer coisa, desde que tivéssemos um ao outro.
- Tudo irá ficar bem, amor. Eu prometo – ele havia me dito agora a pouco quando perguntei sobre os Volturi.
Se eu dissesse que não estava com medo do que eles poderiam fazer contra nós, estaria mentindo. Os Volturi eram muito poderosos, eles representavam a realeza no mundo dos vampiros. Edward e Alice tinham dado o ‘fim’ em Demetri e Felix e arrancado os braços da pequena Jane. Não tinha dúvidas de que eles não deixariam isso passar.
- Acha mesmo, que eles não viram atrás de nós? – perguntei, abraçada com Edward deitada sob o tapete perto da lareira, enquanto ele depositava beijos sobre minha pele do pescoço até o ombro, causando-me arrepios.
- Hoje não. Sei que eles não deixaram isso passar em branco, mas eles não vão vir atrás de nós, não agora. Além do mais, eles não sabem onde nos encontrar. Para todos os efeitos, a essa altura já estamos bem longe da Itália. Minha família não está em Forks, então eles estão seguros. Alice está aqui conosco em Verona, e veria se eles decidissem agir, portanto, não precisa temer, meu amor. Tudo ficará bem, eu prometo – ele me beijou.
Um beijo cheio de amor e carinho. Um beijo que começou lento, mas depois se tornou enérgico, forte, provocante, intenso... cheio de desejo... paixão...
Ele nunca havia me beijado daquela maneira. Até agora.
Envolvi meus braços em volta de seu pescoço para fazer com que aquele momento durasse mais. Parecia que eu nunca tinha o suficiente dele. E duvidava de que algum dia tivesse, mesmo que vivêssemos para sempre.
Eu tinha medo de estar sonhando e a realidade me tomar de forma dolorosa.
Edward sentiu a tensão em meu corpo.
- O que foi? – perguntou, olhando em meus olhos.
- Às vezes eu tenho a sensação de que algo... algo... algo ruim, está prestes a acontecer – murmurei.
- Nada de ruim vai acontecer. Eu prometo, amor – ele deu um selinho rápido em meus lábios.
- Você e Alice mataram dois dos guardiões de guarda Volturi e deixou Jane sem os braços. Acha mesmo que eles não vão mover céus e terras para nos encontrar e se vingarem?
Ele deu risada.
- Eu não matei Felix e Demetri, e Jane vai estar com os braços no lugar em breve. Não é tão fácil matar um vampiro como parece, amor – explicou.
- Como assim? Eu vi você e Alice decapitarem os dois vampiros e arrancarem os braços de Jane.
- Se eu os tivesse queimado, concerteza eles estariam mortos, mas não o fiz. Eles a essa altura já devem ter se recomposto. Eu teria poupado Jane, mas se eu não a tivesse distraído, a essa altura nós estaríamos mortos. Jane possui dons especiais, ela pode criar uma ilusão de que a pessoa está sentindo uma dor horrível. Na hora em que ela pensou em usar isso contra mim, Alice e principalmente você, eu a ataquei a arranquei os braços. Mas foi só uma distração. Tenho certeza de que quando nos reencontrarmos, ela estará com os braços intactos novamente.
- Então eles não estão mortos? – indaguei abismada.
- Tecnicamente não – brincou.
- Você entendeu o que eu quis dizer – dei risada.
- Tudo bem – ele sorriu, beijando a ponta de meu nariz – Sim, eles estão perambulando por ai, ainda. Mas não há o que temer. Demetri é um rastreador, porém Aro é cuidadoso o suficiente para não ordenar vingança contra nós agora, e eles não agiriam sem a permissão de seu mestre – garantiu.
- Mas uma hora eles viram atrás de nós, certo?
- Sim, uma hora eles viram atrás de nós, mas por enquanto estamos seguros. Não seremos encontrados aqui, Bella.
- É tudo minha culpa – suspirei.
- Claro que não, Bella. Eu devia ter sido mais cuidadoso. Devia ter falado diretamente com Alice em vez de aceitar o relato repassado por Rosalie. Mas quais eram as chances? Elas estão sempre contra nós, um erro atrás do outro... Eu vim atrás dos Volturi, eu os provoquei. Você nada tem haver com isso.
- Nada tenho haver com isso? Edward, eu pulei de um penhasco. Você achou que eu estava morta e queria se matar também, se eu não tivesse pulado do penhasco, se eu tivesse esperado por Jacob...
- Jacob. Era exatamente sobre ele que eu queria falar com você. Foi bom você ter tocado no nome dele – ele disse com uma expressão seria.
- O que tem ele? – perguntei, me lembrando da expressão de meu amigo quando o deixei para vir atrás de Edward.
Eu teria de ter uma boa conversa com Jacob quando voltasse para Forks.
- Alice me disse que vocês têm passado um bom tempo juntos, e também me disse que ele a estava protegendo – havia algo em seus olhos que ele estava tentando me esconder.
- Ele é um grande amigo. Nos conhecemos na infância, gosto muito dele. E serei eternamente grata por tudo o que ele fez por mim.
- Sim, eu também serei eternamente grato por ele tê-la protegido, quando eu não o fiz.
- Não é sua obrigação me proteger – disse a ele.
- Você é a coisa mais importante que eu tenho em minha vida, Bella. Sendo assim, é meu dever protegê-la. Mas não é sobre isso que quero falar. Preciso que você me responda uma coisa, amor.
- O que? – perguntei, mas me arrependi.
- Você gosta do seu amigo lobisomem somente como amigo ou há mais alguma coisa? - sua pergunta me pegou de surpresa, eu esperava que ele me perguntasse qualquer coisa, menos isso.
Sentei-me para olhar melhor nos olhos dele. Edward fez o mesmo.
- Porque está fazendo essa pergunta? – quis saber, olhando para o fogo na lareira que era a única fonte de luz que nos iluminava.
Por causa da tempestade, quando chegamos ao hotel fazenda e pegamos a chave da cabana, a recepção nos orientou para que deixássemos a menor quantidade de luzes acesas o possível. Então, Alice havia acendido o fogo e deixado as luzes apagadas.
Edward levantou meu queixo para olhar diretamente em meus olhos.
Não sei se foi o reflexo das chamas, ou o que, mas seu olhar parecia estar em brasa.
- Só me responda, por favor – pediu.
Como ele podia duvidar de que eu o amava? Como ele podia sequer pensar que eu poderia sentir algo por Jacob?
Jacob havia sido uma pessoa maravilhosa pra mim durante todo esse tempo turbulento e ele sempre seria meu melhor amigo, sempre seria grata por todo o carinho e compreensão que ele havia tido comigo, mas o amor da minha vida e a razão da minha existência, sempre seria Edward.
Poderia passar mil anos e eu ainda o amaria da mesma maneira. Talvez até mais.
Nada mudaria isso. Nunca.
Toquei seu rosto, acariciando suas bochechas. Ele segurou minha mão no seu rosto e a beijou.
- Ele só um amigo, nunca será nada mais do que isso para mim. Meu coração é seu e sempre será. Acha mesmo que eu teria saído daquele fim de mundo chamado Forks e vindo atrás de você, se eu não te amasse? Acha mesmo que eu estaria aqui com você agora, se algo tivesse mudado? – disse á ele, tirando as palavras do fundo do meu coração, do fundo da minha alma.
Ele deu o meu sorriso preferido e meu beijou com doçura, amor e carinho.
- Mesmo eu a tendo feito sofrer, você não deixou de me amar – sussurrou, entre meus lábios.
- Não, nunca deixei de te amar e isso nunca irá acontecer. Vou te amar para sempre – sussurrei.
- Assim como eu, anjo. Agora nada mais irá nos separar. Ficaremos juntos. Juntos para sempre – prometeu voltando a me beijar, dessa vez com mais intensidade.
Rodeei meus braços em seu pescoço, enquanto minhas costas iam parar no tapete sob o chão novamente. Seus lábios da minha boca foram para o meu pescoço, descendo por meu ombro até a minha clavícula, deixando um rastro de fogo por onde passava.
Meu corpo queimava de desejo e parecia estar em chamas. Seu toque frio era tão prazeroso que me levava a loucura.
- Não faz idéia do quanto eu sentia sua falta... Falta da sua pele, dos seus lábios, do seu perfume, do seu corpo... de você por inteira, amore mio – sussurrou com a voz rouca no meu ouvido.
- Nem você a sua – suspirei contra seus lábios, enquanto ele voltava a me beijar de forma lasciva.
Mais rápido do que meus olhos pudessem acompanhar, Edward se levantou e me pegou no colo, tirando-me do chão junto com ele. Envolvi meus braços em volta de seu pescoço novamente e puxei seus cabelos juntando nossos lábios novamente.
Edward nos levou para a bélissima cama que havia no centro daquele quarto com um mosqueteiro a sua volta.
O beijo só foi quebrado quando ele me deitou sob os lençoís de seda.
Eu o puxei junto a mim olhando profundamente em seus olhos, me perdendo na imensidão de sua alma. Ele acariciou minhas meu rosto e eu fechei os olhos, sentindo seu carinho.
Deus, como eu havia sentido falta dele... Como eu o amava!
Abri meus olhos novamente e fitei os seus lindos olhos dourados que me olhavam de maneira intensa.
Eles pareciam estar em chamas, assim como o fogo que crepitava lentamente na lareira.
Então naquele momento, enquanto eu fitava seus olhos, me dei conta de uma coisa.
Eu nunca havia pertencido a ele mais do que agora.
Ele segurou meu rosto com delicadeza entre suas mãos fortes e me beijou com desejo e paixão.
Comecei a desabotoar sua camisa negra enquanto ele me beijava e ao perceber o que eu tentava fazer, ele me ajudou a terminar.
Acariciei os músculos de seu peito nu tirando tecido de seus ombros até caírem por seus braços.
Ele inclinou seu rosto e beijou-me novamente de uma maneira completamente diferente. Pela primeira vez todas as barreiras que ele havia imposto entre nosso contato físico se quebraram.
Eu sentia seus lábios nos meus, nossas línguas dançando uma com a outra em movimentos sedutores e envolventes, enquanto nos beijávamos com ardor.
Seu gosto, seu sabor, sua pele, seu cheiro... tudo nele me levava ao delírio.
Seus lábios da minha boca foram descendo por meu pescoço, até chegarem a minha orelha.
- Você fica linda vestida com essa cor, amo esse tom de azul em sua pele... mas pretendo descobrir se consegues ficar ainda mais – ele sussurrou com a voz rouca vagarosamente em meu ouvido me fazendo estremecer de prazer.
Sorri.
- Ah, é... Como? – sussurrei no seu ouvido.
- Sem isso – sussurrou e em seguida, Edward começou a abrir lentamente botão por botão da blusa que eu vestia enquanto me beijava.
Meu coração começou a bater num ritmo mais forte mediante as suas palavras.
- Então tira – sussurrei em meio a arquejos enquanto ele dava um sorriso malicioso.
Esse era um lado dele que eu não conhecia, mas estava louca pra conhecer.
Quando ele abriu o último botão, em meio a beijos por meu ombro Edward foi descendo o tecido por meu corpo e o jogou em algum lugar que eu não vi e então ele voltou a me beijar daquela forma lasciva e apaixonada de me levava ao delírio.
Seus lábios foram descendo por meu queixo, meu pescoço, minha clavícula... depositando beijos por minha pele em chamas, até chegarem aos meus seios. O toque frio de seus lábios em minha pele era tão prazeroso que me fez gemer, enquanto meus dedos agarravam os fios de seu cabelo cor de bronze.
Seus lábios foram descendo, descendo... até chegarem sob o meu ventre liso. O simples toque me levou a êxtase.
Minhas unhas arranharam suas costas fazendo com que ele gemesse também.
Quando nossos olhos se encontraram novamente, senti como se em apenas um olhar eu pudesse pegar fogo. Edward me olhava com amor, com paixão, mas acima de tudo com... Desejo!
Eu nunca havia me sentido tão desejada por ele quanto agora.
Suas mãos prenderam as minhas sob os lençóis da cama, enquanto ele beijava minha pele em brasa. Fechei os olhos com força, sentindo o poder avassalador da paixão e do desejo se alastrar por todo o meu corpo, fazendo com que aquelas sensações percorressem minhas veias fortalecendo-me cada vez mais.
Era tarde demais para voltar atrás.
Eu estava com medo do desconhecido, medo de não saber o que fazer. Eu sabia que ele pararia se eu pedisse. Mas eu não o queria. Então deixei que meu corpo me guiasse pelo caminho certo.
Era tudo tão... Instintivo...
Segurei seu cabelo, gemendo em meio aos seus beijos. Ele pareceu gostar daquilo, pois eu senti o sorriso em seus lábios enquanto ele me beijava.
Ele parou apenas um momento e olhou nos meus olhos.
- Tem certeza? – sussurrou tão baixo que mal deu pra ouvir.
Minha decisão estava tomada e eu sabia que não me arrependeria, pois era ele o homem que eu amava e era a ele que eu sempre pertenceria. Jamais voltaria atrás.
Eu me entregaria a ele de corpo e alma sem pestanejar. Eu queria ser sua mulher e sua amante. Para sempre.
Puxei seu rosto de encontro ao meu e então o beijei deixando que ele visse o quanto eu o amava e o quanto eu o desejava, dando assim sua resposta.
No instante seguinte, ele se livrou do restante das peças que ainda vestíamos, deixando-nos completamente despidos.
Seu olhar maravilhado vagou por todo meu corpo nu, enquanto suas mãos frias acariciavam minhas pernas subindo vagarosamente por minha cintura, meu ventre até chegarem aos meus seios, fazendo com que um gemido de prazer escapasse por meus lábios ao seu toque.
- Linda – sussurrou. Edward voltou a me beijar e suas mãos seguraram minhas pernas vagarosamente em volta de sua cintura.
E então ele estava dentro de mim. Nossos corpos conectando-se, tornando-se um só.
Todas as barreiras, obstáculos e diferenças que haviam entre nós, esquecidas.
Éramos apenas um casal que se amavam e agora se entregavam ao desejo e ao amor físico.
De inicio um pequeno incômodo seguido por uma pontada de dor tomou conta de mim, mas depois aquela dor se tornou tão prazerosa que eu mal me lembrava dela.
Eu sentia cada linha de seu corpo perfeito sob o meu. Sentia a medida que os movimentos de seu corpo se intensificavam dentro do meu que eu pertencia a ele e nada mais poderia nos separar. Éramos como duas peças de um quebra cabeça que se encaixavam perfeitamente. Éramos feito um para o outro, nunca tive tanta certeza disso em toda a minha vida como naquele momento.
Eu sentia o acalento do amor que ele sentia por mim afogueando cada vez mais por dentro.
Éramos fogo e gelo, de certa forma. Uma combinação perfeita de frio e calor.
Uma combinação que se tornava cada vez mais explosiva à medida que nos deixávamos levar cada vez mais pelo desejo e pela paixão.
Minhas unhas arranhavam suas costas à medida que os movimentos se intensificavam e aquele simples ato parecia dar a ele mais prazer então eu não parei até que suas mãos seguraram as minhas prendendo-me na cama, enquanto ele beijava minha pele provocando-me pequenos calafrios por onde seus lábios passavam.
Ora carinhoso, ora selvagem...
Edward sabia como me deixar louca por ele. E ele havia conseguido isso desde o primeiro momento em que nos vimos... tão sedutor... envolvente.. misterioso...
Eu sentia a força do desejo e da paixão me fortalecendo, correndo por minhas veias à medida que nos envolvíamos com maior intensidade, à medida que nos tornávamos um só como seria para sempre.
Eu pertenceria a ele por toda a eternidade.
Eu mal sabia que todas aquelas sensações maravilhosas que percorriam meu corpo eram apenas o começo e que poderia ficar ainda melhor.
Eu meio as gemidos de prazer, não pude deixar de sussurrar o nome dele, assim como ele sussurrava o meu. Eu já não sabia mais aonde eu começava e ele terminava.
Minhas pernas se fecharam em volta de sua cintura.
Os movimentos foram se intensificando, tornando-se cada vez mais fortes e selvagens, cada vez mais intensos e enlouquecedores, fazendo com que meu corpo queimasse cada vez mais e eu desejasse que ele entrasse cada vez mais dentro de mim.
À medida que Edward beijava minha pele em chamas eu tinha a sensação de que iria explodir de tanto prazer.
Tudo se tornou mais quente, um calor tão maravilhoso quanto insuportável enquanto ele atingia pontos meus tão fundos e prazerosos que não existiam palavras o suficiente para descrever as sensações.
Estávamos perdidos em algum lugar entre o céu e a terra, entre a vida e a morte.
E então tudo se tornou mais quente e mais prazeroso, fazendo com que nós atingíssemos um limite de prazer que eu jamais em minha vida julguei que poderia ser possível.
Nós chegamos juntos ao êxtase do prazer, estremecendo um nos braços do outro de uma maneira tão intensa que eu não imaginava que pudesse ser possível.
De olhos fechados, ele encostou sua testa na minha, mas eu sabia que tudo havia sido tão intenso pra ele quanto para mim e eu tive a prova disso naquele exato momento. Edward abriu os olhos e um brilho forte e diferente havia em seus olhos dourados quando ele olhou para mim e sorriu de lado. Ele sabia que aquele sorriso era o meu sorriso predileto.
Nem mesmo as estrelas poderiam ser tão brilhantes quanto aquele olhar.
Ele acariciou minhas bochechas e eu inclinei o rosto em suas mãos com a maravilhosa sensação de prazer do seu carinho e a frieza tão acolhedora de sua pele.
Fechei meus olhos enquanto nossas respirações se normalizavam.
- Você tem alguma idéia do quanto é linda, meu amor? – sussurrou beijando delicadamente meus lábios em seguida, enquanto eu suspirava com um sorriso brotando em meus lábios.
- E você tem alguma idéia do quanto é lindo e do quanto eu te amo? – sussurrei de volta, abrindo meus olhos, acariciando seu rosto e os lindos fios de seu cabelo cor de bronze.
- Eu só tenho idéia do quanto você é linda e do quanto eu te amo. – ele abriu um sorriso tão lindo que senti como se meu coração fosse explodir de tanto amor e felicidade - Para sempre. Minha vida, meu amor, minha razão, meu viver... minha Bella.
E então ele me beijou novamente, um beijo cheio de carinho e amor.
- Sim, sua Bella. – sorri – Eu te amo e te amarei por toda a eternidade. Minha alma, minha essência, meu tudo, meu eterno anjo... meu Edward.
- Aconteça o que acontecer, haja o que houver, vou te amar pra sempre – sussurrou acariciando meus lábios.
- Eu também – sorri, enquanto uma lágrima de felicidade escorria por meus olhos - Para sempre – prometi, enquanto ele se inclinava mais uma vez para me beijar.
A chuva continuava a cair do lado de fora da cabana, mas parecia que não havia mais nada além de nós dois no mundo naquele momento.
Ele saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado, puxando meu corpo contra o seu fazendo com que eu me deitasse sobre ele, debaixo do edredom que ele havia puxado.
- Durma, meu amor. Você está cansada. – sussurrou, acariciando meu cabelo envolvendo-me em seus braços e em seu carinho – Nós temos a eternidade para ficar juntos e nós pertencemos um ao outro. Tudo irá ficar bem, meu anjo.
Sim, nós pertencíamos um ao outro. Para sempre.
E então adormeci no acalento dos braços de meu amor, sentindo pela primeira vez que tudo realmente ficaria bem.
Pelo menos, naquela noite.

❝Nunca imaginei que pudesse me sentir assim, como se eu nunca tivesse visto o céu antes. Quero desaparecer num beijo seu, a cada dia eu te amo mais e mais. Ouça meu coração, pode ouvi-lo cantar? Me dizendo para dar tudo a você. As estações podem mudar de inverno a primavera, mas eu amo você até o fim dos tempos❞ 
[...]


- Come What May (Moulin Rouge - Amor em Vermelho)

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